Burn Out vs. Fade Away
Postado em 5584, Vídeo com categoriasclássico, rock às Julho 19, 2008 por Renata ChebelTipo o clássico dos TCC’s sobre rock. Só pra refrescar a memória.
“Burning Out vs. Fading Away”
Yo La Tengo - Sugarcube
Renata Chebel
Tipo o clássico dos TCC’s sobre rock. Só pra refrescar a memória.
“Burning Out vs. Fading Away”
Yo La Tengo - Sugarcube
Renata Chebel
Esse fim de semana estaremos pela primeira vez tocando no Rio de Janeiro. Mais exatamente na festa Paradiso que já é um clássico da noite rock carioca. Há seis anos, os djs Tito Figueiredo e Edinho balançam a Casa da Matriz e esse sábado, enquanto os residentes abusam do melhor do pop-rock-soul-electro-indie na pista um, comandaremos a pista dois, trazendo o melhor do indie rock, desde os 80s até a atualidade. Claro que tudo que acontece na festa em São Paulo vai aterrissar no Rio de Janeiro. Então a Serena Morena vai conhecer mais uma capital, e domingo a gente coloca as fotos por aqui.

“Her name was Lola, she was a showgirl..”
Marcelo Fubah
Uau, ontem foi demais. Agradecimentos ao Thiago Henrik, a aniversariante empolagadíssima Be Garib e a dupla Killer On The Dancefloor, sempre incríveis. Muitas fotos, aqui.
Calma Lúcio, outro dia você toca.
Algumas meias furadas, mas todo mundo sobreviveu.
Marcelo Fubah
Ontem foi dia de créu lá no D-Egde, aquecimento pra Funhell de hoje com Killer on the Dancefloor! Fotos aqui.
Marcelo Fubah

O 2 Coins and a Bombshell já tocou na Funhell, e é uma daquelas bandas amigas que a gente nem precisa fazer média. Eles estão liberando no Mypsace mais uma faixa, que você pode escutar por aqui também. Na produção de “I Miss That Never Given Kiss”, feita pelo próprio trio, a levada marcada ganhou um sintetizador, o que já deixou a nova gravação bem mais madura. Os “barulhinhos” junto com o jeitão rock’n roll vão dando uma cara mais definida para o 2CB. Vamos aguardar mais novidades.
2 Coins and a Bombshell - “I Miss That Never Given Kiss”
Marcelo Fubah
Enquanto aguardamos, sem saber se a vinda da banda ao Brasil procede, vamos assistir ao vídeo oficial de House of Cards, uma das faixas mais bonitas do In Rainbows.
Radiohead - House of Cards
Mariana Rezende
Hoje rola no Sesc Pompéia a Bal du 14 juillet, uma festa que comemora o feriado nacional francês da Queda da Bastilha. É como o 4 de julho dos americanos ou o nosso 7 de setembro… resumindo, foi quando os pobres invadiram os palácios e passaram os granfinos todos na guilhotina iniciando assim a tão famosa Revolução Francesa.
Organizada pelo Consulado Geral da França e pela Smartbiz, o Bal du 14 juillet vai ter filme supresa, comidinhas típicas, concerto de música clássica e um line up escolhido a dedo.
Na Funhell desta semana receberemos o Killer on the Dance Floor (uhuuuuuuu!!!), duo formado pelos djs Phillip A. e Fatu. Esses dois são os precurssores no Brasil da vertente eletrônica maximal, são headliners da festa Crew, participaram do Motomix deste ano e ainda tem vaga garantida no Skol Beats 2008.
Ainda teremos o Thiago Henrik, dj recém chegado do Japão, onde discotecava nos clubes Vanity e Le Baron em Tokyo. Em seu set, novidades do rock e electro. Completa a noite, a discotecagem indie-pop-rock de Be Garib e Mareu. A Bê também comemora lá a sua festa de aniversário. Uma beleza.
Lista amiga para funhell.party@gmail.com.
Betânia, toma o fone da Mareu e toca “Parabéns para mim…”
Crew terça? Rebate com Funhell quarta!
Fabricio Miranda
As fotos da Rockfellas estão no ar. Agora, com licença, a gente vai (tentar) descansar.
Madame Mim subindo pelas paredes!
Marcelo Fubah
Feriado? Depois da jogação na terça, muita gente com fôlego pra aguentar a discotecagem dos ilustríssimos Lúcio Ribeiro e Rafael Urenha. Parabéns pro nosso amigoa aniversariante Felipe Manso que deu show fechando a noite! Mas ainda não acabou, hoje tem Funhell vs Popload no Vegas, vamos? Olha as fotos de ontem, respira… e vai!
Meu Deus, vocês não vão deixar eu ficar em casa nem um dia?!
Marcelo Fubah
Antes de qualquer coisa, a gente tem que agradecer a Flávia Durante, Hector Lima, Alexandre Matias e Luciano Kalatalo, pela oportunidade de participar da super festa de ontem no Glória. Todas as discotecagem foram incríveis e o clima foi ótimo! Vai lá, olha as fotocas!
Sai pra lá com essa câmera!
Marcelo Fubah
Os residentes da Funhell From Hell, Lúcio Ribeiro (Popload) e Rafael Urenha (Party Íntima) recebem nosso amigo Felipe Manso, promoter de festas de rock em São Paulo, que comemora seus 30 anos entre nós.
Sabe como é… o mês é de férias e aproveitando o embalo do feriado no meio da semana esperamos o público fiel e bonito que costuma frequentar as festas do Lúcio e do Urenha. Olha só como foi no último sábado lá na Party Íntima.
A lista amiga continua na ativa: funhell.party@gmail.com.
Previsão do tempo: noite quente com várias pancadas no ouvido
Fabricio Miranda
Terça é véspera de feriado, você vai fazer o que? Nós vamos estar aqui:
As festa Popscene e Gente Bonita Clima de Paquera se juntaram pra deixar todo mundo com aquela ressaca boa no feriado. Nós completamos a bagunça junto com a queridíssima Miss Má. Mais informações aqui e lista amiga aqui.
Marcelo Fubah
Passou a frescura da contagem regressiva e chegou o novo single do Bloc Party. “Mercury” sai em uma edição especial com diferetes formatos, e ainda inclui três remixes - dos brasileiros do CSS, Herve e Flosstrodamus. A música segue bastante a linha do último single da banda, “Flux”. Depois de Weekend In The City, pensei que eles fossem sossegar, mas por enquanto só demonstraram o oposto. O vídeo, uma mistura de Planeta dos Macacos com Frankenstein, mais conspiração barata, você vê abaixo. Se prefirir em uma qualidade melhor, aqui tem a galeria de vídeo do caras.
Obs: um clipe com banana no meio, obviamente tinha que incluir o Brasil no meio.
Bloc Party - “Mercury”
Marcelo Fubah
Se você ainda não deu oportunidade para o Fleet Foxes, chegou a hora. O clipe de “White Winter Hymnal” dá todo o clima que faltava pra te encorajar a escutar o folk-pop do quinteto. A banda de Seatle, depois de dois EPs, lançou seu primeiro disco no mês passado. Como bons conterrâneos do Nirvana e cia, o álbum saiu pela Sub Pop.
Fleet Foxes - “White Winter Hymnal”
Marcelo Fubah
Em primeira mão mais uma música do álbum de re-edits que o Database vai disponibilizar em seu Myspace gratuitamente entre os dias 11 e 17 do próximo mês. O duo formado por Lucio Moraes e Yuri Chix estão reeditando 12 músicas de artistas consagrados como Ritchie Family, Curtis Mayfield, The Jbs, Gilberto Gil(????) e muitos outros. Para cumprir esse desafio eles contam com a ajuda de um grupo seleto de convidados como The Twelves, NRK, Bo$$ In Drama, Digitaria, Killer On the Dancefloor, Roots Rock Revolution, Fisk and Fabrizio Martinelli. Coisa fina.
Party People - Database Feat. Midnight Martyn
O Database mete a boca no trombone e faz bonito!
Fabricio Miranda
O Bloc Party colocou em seu site oficial uma contagem regressiva que terminava hoje. Todos esperavam que a banda fosse liberar no próprio site algum material referente ao disco novo que já deve estar nos finalmente. Mas tudo que apareceu foi uma nova contagem regressiva, mas sem números, apenas um aviso para o programa de Zane Lowe de hoje na Radio One, então por volta das 16h30 aqui no Brasil, fique esperto, alguma novidade deve surgir.
Marcelo Fubah
As fotos da Party Íntima de ontem estão no ar. Rafael Urenha recebeu a dupla Love Maltine. A noite foi quente!
Marcelo Fubah
Ontem foi uma das melhores Funhell de todas, uau! Mamá foi fantástica! Savone estava demais até os problemas técnicos, mas vamos marcar outra, né? E o Bezzi foi um dos momentos inexplicáveis em 22 festas! Olha as fotos, mas foi mais ou menos…
assim…
assim…
e assim!
Marcelo Fubah
Há muito tempo atrás… numa galáxia muito, muito distante… Nerdices à parte, a próxima edição da Funhell tem sido muito aguardada por nós e será histórica. Demoraram três anos e 21 semanas para que o sobradinho pudesse abrir novamente suas portas para um dos ícones mais consagrados da noite indie paulistana, o meu mestre Alexandre Bezzi!!! Uhu!!!
O Bezzi é figuraça carimbada e está na lida desde 1999, quando começou a discotecar na antiga Torre do Dr. Zero. Não há um clube de porte em São Paulo (e alguns poucos no Brasil) que já não o tenha recebido em suas pickups. Sério, fica difícil listar aqui todos os lugares onde ele já tocou e todos os projetos que já participou. O cara é um monstro e só fica ofuscado mesmo pelo seu próprio som.
A história da Funhouse se cruza com a do Bezzi quando ele assumiu ser promotor das noites de sábado e garantiu fôlego novo pra festa por muito tempo. Então, um belo dia, há 3 anos atrás ele se retirou por motivos ainda desconhecidos e nunca mais voltou. Não antes de graduar este humilde blogueiro como dj, claro! Para quem não viveu um pouco dessa história fica realmente difícil compreender a grandeza desse retorno… mas de qualquer forma fica aqui nossa recomendação.
Para completar a noite teremos mais dois ilustres convidados interestaduais. Felipe Savone é de Uberlândia e um dos produtores da lendária Pop!justice, festa que fazia ferver o triângulo mineiro e que se intitulou como “morta” (teve até velório). Mas pelo que conheço dos mineiros do triângulo muitas surpresas ainda vão agitar aqueles lados de lá.
A Mamá também é mineira, mas da capital Belo Horizonte, minha conterrânea. Ela foi responsável pelo lado feminino da festa mais escandalosa da capital mineira, a Safadezas. A mesma recomendação lá de cima vale aqui… se você não viveu um pouco dessa história por lá, fica realmente difícil entendê-la. Então não perca tempo e apareça pois a Funhouse vai mais uma vez fazer jus ao nome. Lista amiga para funhell.party@gmail.com.

Fabricio, I am your father!
Fabricio Miranda
Bon Iver é o nome artístico do cantor e compositor americano Justin Vernon, e minha nova descoberta indie dos últimos tempos. Algumas de suas faixas já serviram como trilha para os seriados Grey’s Anatomy e House M.D., e ele recentemente se apresentou no programa Live at Later… with Jools Holland (cuja performance você pode conferir no vídeo abaixo).
Seu único álbum, For Emma, Forever Ago, foi gravado de forma independente em 2007, durante sua estadia de 4 meses em uma cabana em Wiscosin, e foi re-gravado em 2008 e lançado pelo selo Jagjaguwar. Bon Iver faz o tipo de música ideal para se ouvir durante uma longa viagem, daquelas com clima bem nostálgico, de volta para casa. Indispensável.
Mariana Rezende

Pontualmente, como seguiria pelo resto do dia, as 15 horas começava o Motomix 2008 no Ibirapuera. Edgar Piccoli, chamava a primeira atração nacional, escolhida atráves do projeto Novos Sons. A Venus Volts abria o palco chamando a atenção não só de quem foi assistir ao evento mas também dos frequentadores do parque. Trinity, Pellê, Dinho e Du como era previsto, fizeram uma das apresentações mais agitadas do dia com seu indie-rock-atitude. Depois de aproximadamente 25 minutos, era a vez dos paulistanos do Stop Play Moon. Um pouquinho de nervosismo no começo, mas não foi o suficiente pra atrapalhar o trio a mostrar seu som elegante. O público ensaiou pela primeira vez no dia as palmas a pedido de Geanine, e assim, o trio saia de palco com sensação de missão cumprida após encerrar a apresentação com “Huhu”. Fechando a seleção de artistas nacionais, a banda Nancy. O sexteto de Brasília trouxe da capital seu som viajante e fechou a rodada de show brasileiros com uma cover de Chiclete com Banana de “Vumbora Mar”, nada mal. Ainda no palco, vale destacar a presença da dupla de djs Killer On The Dancefloor que animou o público durante as mudanças de palco entre as atrações.

Por volta das 17 horas, subia ao palco do Motomix a primeira atração internacional. Mesmo antes da noite chegar, os ingleses do Fujiya & Miyagi já tocavam para um bom público. Apresentando as canções do seu último albúm, Transparent Things, a banda começou com “Ankle Injuries”, famosa pelo trecho que repete várias vezes o nome da grupo, o que já deixou os fãs animados. Durante as primeiras músicas, um David Best muito simpático conduzia a banda, e o público ensaiva os primeiros passos ao som de “Collarbone”. Na segunda metade do show, a formação ganhou mais um componente. O baterista Matthew Avery completava a banda na instumental “Cassettesingle”. Já era noite e a banda se soltava no palco, mais presença do sintetizador de Steve Lewis, solos barulhentos de guitarra e batidas mais dançantes, já preparavam o palco para as outras atrações da noite. Completaram a apresentação algumas faixas inéditas, como “Knickerbocker”. Antes da última música, David aproveitou para agradecer mais uma vez e avisou que a última música seria longa, “Conductor 71″ fechou a ótima apresentação da banda agradando o público do eletrônico ao rock.

Depois do aquecimento do Fujiya & Miyagi, foi a vez do The Go!Team colocar abaixo o palco do Motomix com seu indie-funk-rock-mistureba. Muita correria e disposição do sexteto no palco, que contava com duas baterias e até um xilofone. A banda idealizada por Ian Parton ganha tradução perfeita na vocalista Ninja, que só pára quando deixa o palco durante duas músicas. Aos anúncios em português de “música nova” quase desesperados da vocalista, a banda tocava as composições do seu último álbum, Proof of Youth. Sem tempo nem para respirar, os fãs dançava na pista e assistiam a mudanças constantes de instrumento entre os integrantes da banda. O público, que a essa altura do evento já era grande, aproveitava os primeiros sucesso da banda. “The Power Is On”, “Bottle Rocket” e até a instrumental “Junior Kickstart” levaram a multidão a um dos ápices da noite. Depois de um momento mais calmo do show com a ajuda de um banjo, Ninja voltou pedindo ajuda para o refrão de “Doing It Right”. Depois a apresentação continuou com o mesmo gás até o final, quando a vocalista mais uma vez chamou a multidão pra pular junto com a banda. O encerramento com “Keys To The City” fechou a agitada apresentação da banda e deixou o público no ponto para o show do Metric.

Extamente as 19 horas e 40 minutos a atração mais aguardada da noite entrava para encerrar o Motomix 2008. Emily Haines, James Shaw, Joshua Winstead e Joules Scott Key começaram a apresentação com uma introdução em clima de suspense para uma “Dead Disco” menos dançante e mais inquieta. Esse seria o tom da apresentação do Metric durante todo o show. Emily vestia seu modelito tradicional em versão roxa, feito especialmente para a última turnê da banda. Dividida entre os teclados e o microfone, a musa indie balançava as pernas e até arriscou alguns passos na frente do palco, para delírio do público masculino. O set da banda foi dividido entre os discos Old World Underground, Where Are You Now? e o último de inéditas, Live It Out. A bela voz da canadense celebrava o fim da noite - repleta de vocais feminimos, para deleite dos fãs, em faixas como “Handshakes”, “Empty” e terminava a primeira parte do show com o sucesso “Combat Baby”. Um breve intervalo e a banda voltou para o bis com uma faixa inédita, logo depois viria “Monster Hospital” em uma das performances inesquecíveis da noite. E em uma versão beirando ao “acústico” de “Live It Out” a banda se despedia do público e Emily descia do palco para chegar mais perto dos fãs e finalizar o Motomix 2008.
Marcelo Fubah
Foto: Renata Chebel
Sempre acho difícil classificar estilos musicais, principalmente hoje em dia, quando tudo virou uma salada de afro-psycho-punk-disco-electro-rock-metal-hip-hop-indie-funk. Daí surgem uns rótulos como o tal do IDM (Intelligent Dance Music) que, além de arrogante, é controverso: geralmente não é possível dançar ao som do que se chama IDM. São músicas mais introspectivas, viajantes onde a mistura de loops e samples é combinada de uma forma mais… inteligente? Não sei: acho que pra fazer música boa, não importa qual, é preciso inteligência. Enfim.
Tudo isso pra falar do Four Tet, projeto do inglês Kieran Hebden, geralmente classificado como IDM. Já vi o cara ao vivo, quando ele tocou aqui em 2007, e foi realmente estimulante. E lindo. Som sofisticado, ou como diria um amigo meu, “som fino”. Inteligente, ok. Passeando pelos blogs da vida, achei um remix que ele fez para uma música do Caribou (projeto do americano Daniel Snaith, outro cara incrível), Melody Day, single do álbum Andorra, lançado ano passado.
Claro que o remix não tem vídeo oficial, mas achei esse que algum diretor amador fez e, apesar de bem amador mesmo (o ator é meio ruim), a idéia das camisetas foi boa… e vale ver nem que seja pela música linda de morrer.
Caribou - Melody Day (Four Tet Remix)
E aqui, o vídeo da música original, linda também.
Caribou - Melody Day
Renata Chebel